domingo, 1 de maio de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Ainda não percebi se estou zangada ou triste.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ontem foi um dia feliz.
Hoje foi um dia estúpido.

domingo, 3 de abril de 2011

Gosto #4


19º Aniversário do Primeiro Gelado Sundae pelo Google

Nham Nham...

terça-feira, 29 de março de 2011

O resto que não se vê

Imagem tirada da net

Eu precisava assim de um Biggest Loser na vida mas não exactamente pela transformação física...

segunda-feira, 28 de março de 2011

Obrigada menina

Agradeço à menina que ontem veio ao meu lado no comboio o facto de ter posto o portátil mesmo a jeito para eu conseguir ver um episódio da temporada 7 da Anatomia de Grey. Tornou a minha viagem 40 minutos mais agradável.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Menina Mulher

Ela tem cara de menina, estatura de menina, mãos de menina.
Os olhos, que parecem de menina, são de Mulher.
Ela já perdeu pessoas muito importantes, mas nunca se perdeu a si mesma.
Ela é especial, inteligente, eu diria de uma inteligência sublime, que não chega a todos.
Ela não tem medo dos medos que todos nós temos.
Ela escreve de forma simples e brilhante.
Ela é filha, irmã, esposa. E por mais gente que lhe roubem, nunca deixará de o ser.
Ela é amiga, eu sei que é, daquelas de uma vida inteira, que nem a distância nem o tempo apaga a memória.
Ela é mãe. E eu, se nascesse outra vez, gostava de ser sua filha.

Do dia de ontem

Os homens não crescem mesmo, pois não?...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ontem de manhã tive uma consulta de rotina num hospital privado. Quando saí do consultório, enquanto esperava na recepção, para pagar, chegou um funcionário acompanhado de um senhor velhinho - eu chamo-lhes velhinhos - e dirigiu-se a uma outra funcionária a informar que o senhor estava ali para fazer um exame à próstata. "Muito bem, pode deixar aqui que eu encaminho". O senhor lá ficou, ao meu lado. Começaram as perguntas. "Nome?" "A." "Sr. A, não trouxe nenhum papel consigo? O que vem fazer? Sabe qual é o médico?" O senhor A. não ouvia bem, não tinha 'o' papel, não sabia o nome do médico. Sabia que já ali tinha estado para fazer análises, tiraram-lhe sangue do braço. Dois telefonemas da funcionária e ninguém sabia de nada."Tem a certeza que foi neste hospital?" O Sr. A. sabia que tinha subido num elevador mas se calhar não era aquele, "o camarada é que me trouxe, se calhar enganou-se. Como é que se chama este hospital?" Quem lhe responde fala baixo, o Sr. A. fica com olhar perdido como quem não percebe mas não quer perguntar outra vez. "O Sr. está sozinho?" Não, o senhor veio no carro dos bombeiros da sua terra, Bragança. O Sr. A. está sozinho, sim. Nisto, a funcionária que se tinha ausentado, traz a explicação. "Sr. A., já sei do que se trata, tem que fazer um exame, mas não é aqui."
Eu, com o coração na boca, "Eu tenho carro, levo o senhor onde for preciso. Onde é?" O exame era naquele hospital, só que no lado oposto do edifício, "Deixe estar" - disse a funcionária. "Vamos lá Sr. A., vamos lá que eu levo-o."
Eu vim embora. O coração já tinha saltado da boca para as mãos. Entretanto, o elevador que subiu e desceu enquanto eu estava lá dentro, parou novamente no mesmo andar. A porta abriu e o Sr. A. lá estava parado com a funcionária. "Entre, Sr. A". Eu esbocei um sorriso, infelizmente não lhe podia dar mais. E o Sr. A. manteve o olhar perdido, como quem não percebe, porque já não deve receber muitos sorrisos.