quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Que futuro?

Ele é um São Bernardo com memória de peixe.
Ela é uma Setter Irlandesa com memória de elefante.

sábado, 16 de outubro de 2010

So true

Imagem roubada de um blog. Não me lembro qual... :s

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Da triste violência humana

Uma pessoa pode tirar a vida a outra sem precisar de a matar.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Não sei...

"Quando o PORQUÊ é forte, o COMO torna-se fácil."
Lou Radja

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Deve ser verdade

Closer

Alice: Is it because she's successful?
Dan: No. It's because... she doesn't need me.

sábado, 18 de setembro de 2010

O peito de alma e os olhos de lágrimas


Parei na RTP Memória e estremeci. Os cinco sentidos, eu vi, ouvi, toquei, cheirei, saboreei esta música. Era a voz da Simone de Oliveira. Quis saber do original, Carlos do Carmo. Já conheci tantas versões, em todas sinto o peito cheio. Deve ser de alma. Há poucas coisas que me enchem, me apanham desprevenida, nua, que me desarmam. Esta foi uma delas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O bom de dormir no sofá é que a cama acorda feita.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Um dia calço as pontas outra vez


Alguns dos melhores momentos da minha vida foram dançados.

Imagem tirada da net

terça-feira, 31 de agosto de 2010

"Ter medo não é motivo para não contar a verdade"

Eu tenho bastante 'jeito' para descobrir mentiras que me magoam. Ou verdades que me magoam.
Não sei bem porquê, parece que sinto no ar o medo de quem me mente, que vejo os pensamentos da verdade como ela não me é contada. Mais tarde ou mais cedo, acontece. Às vezes fico só triste, quase sempre sou assolada pela revolta. E de todas as vezes, não me canso de repetir que fui magoada em dobro, pela mentira e pela verdade, que isso não se faz. Com o tempo, já perdoei mentiras, mas dificilmente as esqueço. As verdades, consigo encará-las e até aceitá-las, e pese embora alguma tristeza, dói menos a lembrança.

Não me mintam, é o que peço sempre. Mas, se por acaso o fizerem, façam-no bem. De tal forma que, daqui a 20 anos, eu olhe para trás e dificilmente acredite em verdades mentirosas.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Naquele dia

Naquele dia pôs mais rímel do que o costume, achou que assim as lágrimas não se atreveriam a saltar. Tremeu tantas vezes quantas sentiu o coração estrangulado, as mesmas em que o medo pareceu muito maior do que ela. Imaginou o que seria sentar-se e falar, sentar-se e contar das suas verdades, de si, de tudo lá dentro que lhe dói.
Coisas pequenas, pensa tantas vezes, "tem vergonha", porque lhe ensinaram que há sempre alguém pior, que "tens tanta sorte". Mais não seja, deve então aprender a saber viver a "tanta sorte" que tem.
Naquele dia acreditou que o primeiro passo estava dado, o mais difícil. A partir de amanhã viveria a ressaca de tempos pouco felizes - ela sabia que as ressacas nunca são fáceis, mesmo as da tristeza - depois, a pouco e pouco, como um bebé que começa a caminhar, ela começaria a caminhada dos passos que já deveriam ter sido dados há tempo demais...
Sente tanto que o tempo lhe está a roubar vida. Uma vez disse que, quando olha para trás, fica a angústia de ter perdido alguém que lhe morreu, alguém que ela não chegou a ser.