quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Não são os quilómetros que nos separam. É a distância.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Que futuro?

Ele é um São Bernardo com memória de peixe.
Ela é uma Setter Irlandesa com memória de elefante.

sábado, 16 de outubro de 2010

So true

Imagem roubada de um blog. Não me lembro qual... :s

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Da triste violência humana

Uma pessoa pode tirar a vida a outra sem precisar de a matar.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Não sei...

"Quando o PORQUÊ é forte, o COMO torna-se fácil."
Lou Radja

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Deve ser verdade

Closer

Alice: Is it because she's successful?
Dan: No. It's because... she doesn't need me.

sábado, 18 de setembro de 2010

O peito de alma e os olhos de lágrimas


Parei na RTP Memória e estremeci. Os cinco sentidos, eu vi, ouvi, toquei, cheirei, saboreei esta música. Era a voz da Simone de Oliveira. Quis saber do original, Carlos do Carmo. Já conheci tantas versões, em todas sinto o peito cheio. Deve ser de alma. Há poucas coisas que me enchem, me apanham desprevenida, nua, que me desarmam. Esta foi uma delas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O bom de dormir no sofá é que a cama acorda feita.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Um dia calço as pontas outra vez


Alguns dos melhores momentos da minha vida foram dançados.

Imagem tirada da net

terça-feira, 31 de agosto de 2010

"Ter medo não é motivo para não contar a verdade"

Eu tenho bastante 'jeito' para descobrir mentiras que me magoam. Ou verdades que me magoam.
Não sei bem porquê, parece que sinto no ar o medo de quem me mente, que vejo os pensamentos da verdade como ela não me é contada. Mais tarde ou mais cedo, acontece. Às vezes fico só triste, quase sempre sou assolada pela revolta. E de todas as vezes, não me canso de repetir que fui magoada em dobro, pela mentira e pela verdade, que isso não se faz. Com o tempo, já perdoei mentiras, mas dificilmente as esqueço. As verdades, consigo encará-las e até aceitá-las, e pese embora alguma tristeza, dói menos a lembrança.

Não me mintam, é o que peço sempre. Mas, se por acaso o fizerem, façam-no bem. De tal forma que, daqui a 20 anos, eu olhe para trás e dificilmente acredite em verdades mentirosas.