sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Mas o que eu gostava mesmo...

Era que a cor de fundo do texto anterior ficasse igual a sempre!!

2010

As palavras que se seguem não são minhas. São da Maria, a Maria do sonho. E eu espero que a Maria não fique chateada comigo porque lhe roubei este excerto de texto que tanto me diz. 2010, entre muitas outras coisas, foi assim...

"Pessoas assim, que dão tudo com um despojamento exacerbado, que fazem dos outros uma prioridade em tudo na sua vida, apresentam sempre contra-indicações fortíssimas. À cabeça, uma intolerância crónica em relação ao facto de receberem menos do que aquilo que dão conjugada, à posteriori, com uma reacção quase alérgica ao desprendimento alheio. Se aliarmos isto a uma memória e intuição cirúrgicas facilmente se explica o efeito granada sempre tão iminente."

Para 2011, desejo Mudança. E Saúde. Trabalho e Amor também serão bem vindos.

Para todos, que os vossos desejos ganhem vida.
Feliz 2011!!

*Parabéns Maria, porque escreves tão bem. 

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Não são os quilómetros que nos separam. É a distância.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Que futuro?

Ele é um São Bernardo com memória de peixe.
Ela é uma Setter Irlandesa com memória de elefante.

sábado, 16 de outubro de 2010

So true

Imagem roubada de um blog. Não me lembro qual... :s

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Da triste violência humana

Uma pessoa pode tirar a vida a outra sem precisar de a matar.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Não sei...

"Quando o PORQUÊ é forte, o COMO torna-se fácil."
Lou Radja

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Deve ser verdade

Closer

Alice: Is it because she's successful?
Dan: No. It's because... she doesn't need me.

sábado, 18 de setembro de 2010

O peito de alma e os olhos de lágrimas


Parei na RTP Memória e estremeci. Os cinco sentidos, eu vi, ouvi, toquei, cheirei, saboreei esta música. Era a voz da Simone de Oliveira. Quis saber do original, Carlos do Carmo. Já conheci tantas versões, em todas sinto o peito cheio. Deve ser de alma. Há poucas coisas que me enchem, me apanham desprevenida, nua, que me desarmam. Esta foi uma delas.